AINDA FAZENDO DOWNLOAD...
Atendendo a pedidos, novamente está aí o link de download do livro "O BEIJO DOS VAMPIROS À LUZ DE LAMPARINA". Boa leitura!!! http://rapidshare.com/files/199706960/O_BEIJO_DOS_VAMPIROS_a_LUZ_DE_LAMPARINA.pdf
Escrito por ROBERTO LAMPARINA às 20h57
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E-MAIL ENVIADO PARA A OUVIDORIA DA CLARO
Senhores responsáveis pela ouvidoria Claro; Venho tentando já há diversos dias e sem sucesso, que efetuem o cancelamento de um tal serviço Flycell que jamais solicitei junto a Claro, nem a qualquer outra empresa do setor. Este serviço absurdamente cobrado na forma de descontos dos meus créditos depositados em confiança junto a Claro, jamais foi solicitado de nenhuma forma pela minha pessoa, haja visto que nem sei sequer do que se trata. A Claro é a responsável pelo montante que deposito para acumulo dos meus créditos telefônicos e jamais, sob nenhuma hipótese, deveria repassar estes créditos a terceiros sem minha ordem prévia, somente devidamente por escrito, sem o artifício de qualquer outra forma autorizada. No entanto, vem debitando R$ 4,99 toda vez que faço uma recarga de créditos e creditando os meus suados créditos na conta de uma empresa cúmplice desta fraude, com o artifício enganoso de um tal serviço Flycell. Por várias vezes procurei pelo cancelamento desta patifaria utilizando-me dos serviços disponibilizados no número 1052. Foram gerados diversos protocolos como o 25276, o 2009135456470 ou o 2009135471679. Os atendentes, completamente despreparados, em todas às vezes me foram extremamente hostis, salvo o de final 56470 e nunca conseguiram resolver um assunto tão fácil, pois se eu estava sendo lesado por um serviço que não solicitei, o lógico seria solicitarem o cancelamento deste serviço imediatamente, já que eu fiz tudo o que me pediram para que eu fizesse, como retornar uma mensagem com a palavra “sair” para o endereço que me enviavam avisando do desconto. A primeira atendente me reduziu ao cúmulo da ignorância, dizendo que o serviço estava ativado porque eu não havia mandado uma mensagem negativando o serviço assim que o recebi pela primeira vez. Oras senhor ouvidor, aí na Claro então é assim, quem cala, consente? Se eu recebi uma mensagem onde o serviço me foi oferecido, pra aceitá-lo eu deveria dizer sim. Somente me calando, não quer dizer sim, principalmente porque minhas ocupações não me permitem sequer ler todas as mensagens na minha caixa de mensagens. Eu exijo rever todos os meus créditos que levianamente me foram roubados, já que vocês não possuem qualquer prova de que eu tenha autorizado o desconto deste serviço. Exijo ainda uma explicação de o porquê que este serviço não foi cancelado assim que pedi por este cancelamento imediato em meu primeiro protocolo. Vocês gastam uma fortuna em publicidade tentando convencer as pessoas para que pensem que são uma empresa séria e correta, no entanto na prática, demonstram uma política grosseira e ridícula, lesiva e leviana ao consumidor dos seus serviços, caracterizando claramente o monturo de lixo a que vocês pertencem e a falta de respeito total ao consumidor. Fica claro então, que a Claro é mesmo parte desta suja e imunda nata de empresas telefônicas que lesam seus consumidores e entopem o gargalo jurídico do PROCON com processos e reclamações públicas. Passar muito mal, tão mal quanto estou me sentindo agora, no exato momento em que recebi novamente a mensagem me comunicando que me lesaram em mais R$ 4,99. VISITEM MEU BLOG / www.ro.lamparina.zip.net - agora vocês fazem também parte dele.
Escrito por ROBERTO LAMPARINA às 18h45
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A VOLTA DOS MORTOS VIVOS
O cinema, na sua ficção, já há muito tempo vem nos revelando o pesadelo do surgimento de uma legião de zumbis, seres que vagam sem sentido e desprovidos da própria alma, de um lado para outro, sempre a repetir o nome do produto causador da escravidão, da sua ânsia e dependência para uma existência absolutamente lastimável. Em alguns filmes esta ânsia motivadora respondia pela palavra cérebro, em outros, sangue. Agora neste novo filme real, estrelado por atores reais da nossa convivência cotidiana comum, das nossas cidades comuns e ruas mais comuns ainda, o termo que se ouve sendo repetido pela ânsia usuária é “pedra”. Eu que convivo cotidianamente com a realidade metropolitana das nossas grandes cidades fico perplexo com o nível de comprometimento zumbi que já assola a nossa sociedade. É comum a aproximação de sujeitos sempre maltrapilhos e malcheirosos a vagar pelas ruas, na ansiosa busca pela pedra de cada dia, ou de cada hora, ou do minuto. O sujeito chegou perto de mim esses dias numa rua da capital e me disse – Aí cabelo, me arruma um real pra interá uma parada pra fumá uma pedra, porque já é oito da manhã e ainda não fumei nenhuma! Fiquei perplexo com a honestidade do sujeito. Eram quase oito da manhã e o pobre ainda não tinha fumado nenhuma pedra, estava com as funções motoras completamente descontroladas. Aí entendi o porquê de estas pessoas cheirarem tão mal. Você pega o “negócio” na mão pra verter os líquidos e a mão está mais trêmula do que a do pai da Flora – Pobre do vizinho do lado, sairá todo molhado! O crack é a droga que veio para aniquilar a humanidade, é a perversão extrema entre todas as dominações químicas. Em pouco tempo o sujeito já está completamente refém do vício e das mazelas humanas que ele representa. Não consegue mais pensar, não consegue trabalhar, só consegue andar de um lado para outro na busca pelo combustível que alimenta esta escravidão absurda. É o zumbi moderno e verdadeiro que a ficção vislumbrava em tempos atrás. Todos nós conhecemos os descaminhos que todo tipo de dominação provoca, porém não existe dominação mais cruel - quanto aos malefícios provocados nos dominados -, do que o crack. Este resíduo químico proveniente do refino da cocaína lidera completamente o cenário das dependências químicas, pelo menos daquelas que conduzem as pessoas a uma morte certa, daquelas que deixam os caminhos de volta com chances extremamente reduzidas – E o que tem feito as autoridades para combater esta ameaça evidente e iminente a todos nós? Pouco..., muito pouco, muito menos do que deveriam! Em primeiro lugar deveriam reconhecer publicamente que não possuem mais o controle da situação, para a partir daí, direcionar trabalhos em várias frentes de contenção desta ameaça aterrorizante que estamos vivendo. Ninguém esta livre desta ameaça, principalmente porque não existem cartilhas, ensinamentos, técnicas ou qualquer forma segura que garanta uma isenção absoluta deste mal. Não existe receita segura pra se educar filhos, principalmente porque os educamos exatamente no momento em que estamos também construindo e sedimentando os nossos valores pessoais, nos colocando assim, também em exposição. Poucos desfrutam da possibilidade de educar um filho aos 50 ou 60 anos, no auge da sua experiência vivida e, da independência e estabilidade constituída em todos os sentidos. Nós os educamos e repassamos a eles os nossos valores, exatamente quando os nossos próprios ainda estão em construção. Eu, por exemplo, fui pai aos 25 anos e me deparo com as dificuldades das obrigações máximas de um pai, agora, quando ele tem 16 e eu já passando dos quarenta, idade em que já estamos com os nossos valores basicamente sedimentados, porém não é uma realidade muito comum nos dias de hoje, onde as paternidades estão sendo constituídas bem mais cedo. No entanto, existem diversos fatores hoje, que não mais nos dão oportunidades para errarmos e corrigirmos nossa postura ali mais adiante. O crack é um desses fatores, pois o desmantelamento da capacidade intelectual do usuário dependente é tão rápido que ele até pode livrar-se do vício pela ação de diversas motivações contrárias, porém com severas seqüelas que carregará pelo resto da vida. No auge da minha mocidade conheci e presenciei alguns dramas, aqui mesmo na nossa sociedade. Um senhor de elevado respeito na sociedade, principalmente porque atuava na área da educação, certo dia ele estacionou o seu carro na Praça São Bento e aos berros perguntava para os maconheiros assíduos da Praça - ao qual seu filho fazia parte -, do paradeiro do seu filho. Aos gritos e empunhando um revólver em cada uma das mãos, ele gritava para todos que se encontrasse o rapazinho naquela hora o mataria, pois se ele havia posto aquela porcaria no mundo, também tinha o direito de privar o mundo daquele estorvo. Um pai para que chegue a este extremo, precisa estar muito decepcionado com a sua criação. É uma derrota que envolve todos dentro de uma mesma família, caracterizando a dependência química, como uma doença contagiosa que contamina e desintegra todos os valores familiares que aprendemos desde a nossa infância. A desigualdade social reinante também é um dos grandes fatores que impulsionam a juventude na desesperança das suas realidades, onde na impossibilidade de terem disponibilizado oportunidades que os conduzam a um direcionamento diferente daqueles com que convivem diariamente, se entregam ao fascínio obscuro da alienação química. Lá no gueto tudo é cinza e manda mais aquele que fuma da pedra maldita e controla a vontade daqueles que não mais conseguem viver sem ela. Em nome do vício e da escravidão por ele provocada, as prisões estão superlotadas e é de lá que controlam e gerenciam seus negócios os temidos chefões do tráfico, que mesmo atrás das grades, não paralisam as atividades das suas “firmas”, fazendo com que se perpetue esta relação comercial covarde que explora os seres nas suas fraquezas já detectadas. É uma corrente de elos muito sólidos, não conseguindo a ação das forças de segurança pública, evitarem que se rompa, com a polícia apreendendo 1.000 kg e os traficantes conseguindo fazer chegar 10.000 kg até as ruas. Esta ineficácia na contenção primária provoca todo este descontrole que estamos vivendo hoje, pois chegando fácil até os grandes centros populacionais e desguarnecidos dos escudos sociais que deveriam fazer um papel secundário nesta luta, nossos jovens despreparados em todos os sentidos (sem educação, sem oportunidades de emprego e sem perspectivas de futuro), se afundam naquele êxtase de glória efêmero que as drogas representam. O crack é o campeão da degradação, pois se as oportunidades já são poucas para os bem preparados, imaginem como se tornam remotas para o dependente de um vício que não se consegue esconder esta dependência. A “pepita branca” deixa o frio mais quente, o quente mais morno e a fome menos desgraçadamente miserável, porém cobra o seu preço, deixando o corpo sem alma. Nas basta toda uma união de forças no combate e repressão do tráfico, nem na informação e educação do foco básico em que atua o traficante. As famílias precisam também conhecer o problema para poder reconhecer e entender os sinais, passando assim a exercer uma vigilância constante que poderá salvar a vida e a dignidade não só do possível aliciado, como também de todos na família. Os mecanismos estatais de controle precisam ser mais ostensivos e descomprometidos com índices de conotação política. Precisam se fazer mais presentes e notados, assim como precisam ser aplicados todos os meios possíveis de contenção e os preventivos. As políticas públicas precisam ser devidamente direcionadas para o foco do aliciamento, impedindo assim que este se instale confortavelmente no seio da nossa sociedade. Os conselhos municipais antidrogas (nas cidades em que estão constituídos) precisam de uma divulgação maior das suas ações e de participação mais expressiva na aglutinação das forças de trabalho, colocando no mesmo plano, todos os segmentos da sociedade (igrejas, sindicatos, associações e etc...) para trabalharem neste objetivo único. O mal já está espalhado, a cura é lenta e onerosa, onde todos nós estamos arcando com alguma parcela nesta conta, direta ou indiretamente.
Escrito por ROBERTO LAMPARINA às 17h28
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CIDADÃO KANE DE NOVO?
Demorou, mais aquele bispo que todos nós sabemos quem é e de onde veio, deu o troco nas acusações que a Rede Globo e todo o império de mídia por ela controlado, tenta lhe imputar a muitos anos, exatamente desde quando a Rede Record, empresa do grupo evangélico que o bispo criou e esparramou pelo mundo, vem fazendo investimentos pesados na programação televisiva e obtendo bons resultados de audiência. Durante um dos seus programas ontem, a Rede Record também usou das armas da Globo e mandou ver algumas verdades que a Rede Globo e o clã Marinho tenta manter debaixo da sombra, tapado com uma peneira, cujo conteúdo já esteve na pauta de discussões aqui no Blog. As potências televisivas em combate travam batalhas por audiências e idoneidades que nenhuma das duas são possuidoras, afinal a tv dos Marinho é aquela mesma que os generais inventaram para calar e distribuir ordenamentos implícitos ao povo escravizado por uma ditadura absolutamente sem nenhum sentido, ou aquela que sustentou moralmente a ditadura até os seus últimos suspiros. Também pode ser aquela que inventou um caçador de marajás e o elevou facilmente até o cargo de mandatário supremo da Nação, transformando-o em seguida em um corrupto obsessivo e o exilou em um castelo com torneiras de ouro em Miami. Por culpa e por dívida, a Globo criou alguns pronto-socorros que cuidam das feridas do povo brasileiro que também por ela foram provocadas, como a educação à distância, financiada pela Fundação que leva o nome do patrono e o Criança Esperança, uma esmola anual que a Globo fomenta entre seus clientes e parceiros, principalmente. O bispo, todo mundo sabe onde amealhou em tão pouco tempo aquele império absurdo, isso que ele só consegue enfiar uma das mãos no bolso do alheio - Imaginem se ele não tivesse aquela mãozinha atrofiada! Are baba... A briga entre o sujo e o mal lavado é perfeitamente sadia para o povo brasileiro, que terá a oportunidade de assistir pela primeira vez na tv, a sua verdadeira história passada a limpo. O PIG (Partido da Imprensa Golpista), tenta o seu último tiro para atingir as pretensões de Lula e dos seus, tiro este que poderá atingir o próprio pé, pois todos nós sabemos que o verdadeiro inimigo da Record não é aquele promotorzinho ou parte do comprometido Ministério Público paulista que come na mão da dinastia tucano/pefelê, mas os ilustres donos das fortunas midiáticas. Pra matar a saudade, uma nova postagem da velha saga brasileira. “CIDADÃO KANE EM DUAS CARAS postado por Roberto Lamparina em 10/11/2007 Lamentavelmente mais uma vez a televisão do Cidadão Kane que não é o do Orson Welles e sim o do Channel Four britânico, aquele que produziu um filme que conta à verdadeira história da Rede Globo de Televisão e que foi proibido sua disseminação desde 1994, graças aos esforços do seu supremo mandatário o falecido Dr. Roberto Marinho, novamente usa da sua capacidade em manipular a grande mídia para em horário nobre e na sua maior fonte de controle das massas, a novela das oito, darem contornos pessoais e declararem as suas intenções e as suas preferências sociais, políticas e espirituais de uma só vez. Com uma invasão completamente sem objetivos e sem sentido na universidade particular da personagem Branca, vivida pela atriz Suzana Vieira, ridiculariza e minimiza as ações dos movimentos sociais que verdadeiramente lutam pelos interesses daqueles que buscam esta associação para poder defender-se dos que os oprimem e os escravizam, buscando as soluções para os problemas e as injustiças comuns a todos. Colocam de forma inoportuna no ar, de forma injusta pela visão de alguém que notoriamente já tem uma escolha religiosa, as nossas escolhas espirituais, demonstrando preferências e ridicularizando outras religiões como a evangélica que na versão do autor Aguinaldo Silva, não passa de um bando de fanáticos e neuróticos que acreditam na figura de Jesus Cristo como a solução de todos os problemas práticos e espirituais, desprezando os outros que não compartilham das mesmas convicções. Criticam radicalmente a forma de vida e as crenças dos evangélicos, parcela muito importante da nossa sociedade e que vem à custa de muito preconceito e discriminação, conseguindo avanços significativos na mudança de postura da nossa sociedade, inclusive sacudindo as outras instituições religiosas no sentido de buscarem uma proximidade mais ampla dos seus fiéis e cuidarem não só da alma, como também dos interesses do indivíduo como ser exposto a todas as injustiças e mazelas desta vida. Sempre ignorou a existência de outros segmentos religiosos que não aqueles que sempre ostentaram claramente nas suas preferências, agora forçados pela necessidade de apresentarem os outros segmentos que se agigantaram no gosto popular, o fazem com desdém e sempre ridicularizando os milhões de fiéis que se guiam por estas vertentes espirituais. Distorcem fatos históricos, fazendo com que a verdade e a mentira pareçam somente uma miragem, dependente da condição e do foco de onde se está observando e não fatos passados, vividos e que ainda permeiam o nosso cotidiano como a nossa injusta distribuição de renda, o nosso total desamparo estatal e os verdadeiros fatos que levaram até esta situação caótica. Privilegiam e glorificam a maneira banal de vida das elites e ignoram a grande maioria de esquecidos que se amontoam nas favelas e nas sub-moradias, mergulhados dentro de um pântano de preconceitos raciais, sociais e humanos, criando um personagem imaginário, que por sempre eles combateram, pois a figura do personagem Juvenal Antena não é nada mais do que um Guevara ou um Castro que levemente igualitário, branco e autoritário, porém viu na união da sua gente a sua razão de viver dentro de um modelo mínimo de ordem e progresso, luta para agrupar e mobilizar a sua gente, dividindo o seu tempo entre uma audiência pública para compor os moldes da “favela dos sonhos” (se isso é possível), controlar a milícia que lhe dá este suporte e, de vez em quando dar umas “chineladas” em uma negrinha pra não parecer um líder racista, tudo devidamente oculto dentro do talento interpretativo do ator Antonio Fagundes. Este é o verdadeiro papel-de-parede que envolve a novela Duas Caras que verdadeiramente reflete os pensamentos e atitudes ocultas de um dos maiores conglomerados de mídia do mundo e definitivamente como a novela, de duas faces, a que criou o modelo de sociedade que hoje vivemos nos moldes estabelecidos pelos que a inventaram para ser a voz do poder, submissa e corporativa e, a gigante de mídia que se tornou, tentando conviver com todas as nuances das ideologias políticas, econômicas, sociais e todas as vozes longínquas, mesmo carregando na bagagem este histórico negativo desde a sua fecunda criação até a sua morna e interesseira atuação de hoje.
Escrito por ROBERTO LAMPARINA às 11h30
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