ISO OOOO
Eu tenho percorrido o Brasil todo nestes quase vinte anos na estrada e nesta peregrinação e neste eterno vai e vem, poucas vezes me deparei com empresas que realmente construíram o seu nome e a sua marca em cima de uma verdadeira consciência que englobe os apelos comerciais, ambientais e sociais que devem nortear aqueles que buscam um crescimento sólido e sustentável dentro de um mercado cada vez mais competitivo.
Nesta era da informática que estamos vivendo, as empresas enchem as suas páginas na internet de fotografias bonitas, discursos politicamente corretos escrito provavelmente por um bom profissional de marketing, fazem propaganda dos trabalhos sociais desenvolvidos dentro da empresa, da consciência ecológica com que a empresa age respeitando o meio ambiente, protegendo-o e contribuindo para que as suas atividades não estejam em ritmo de colisão com a sua degradação, aí então um belo dia o destino te coloca dentro de uma dessas empresas e, não é bem isso que você se depara na prática.
Uma empresa quando ela não está preparada para receber um visitante ou um prestador de serviços e oferecer-lhe toda a estrutura que um ser humano precisa, ela não pode permitir a sua presença no seu interior por um determinado tempo superior que este esteja refém das suas necessidades humanas. Por exemplo, existem muitas empresas que não possuem banheiros equipados com chuveiros, não disponibilizam o refeitório interno para prestadores de serviços, porém elas agilizam o trabalho daqueles que estão a lhes prestarem o serviço para que eles não necessitem de executar estas necessidades no seu interior enquanto prestam o serviço. No caso do transporte, o transportador tem carregamento agendado e só entra para dentro da unidade fabril quando de fato irá executar a operação de carga ou descarga, não ficando refém da ineficácia dos serviços e do respaldo humano da empresa. Assim, se a empresa não tiver uma sala destinada a higienização, não tem problema, pois o cara vai entrar e rapidamente sairá com o seu trabalho realizado e executará as suas funções humanas em algum outro local apropriado. Porém o que acontece não é isso, o camarada entra pelo portão de uma empresa e a partir daquele momento ele está sujeito a uma série de regras e normas impostas sabe-se lá por quem que com toda a certeza não é um humano e, chega na hora de almoçar você está lá dentro e não existe a disponibilização de refeição pra você nem pagando, você precisa fazer uso de um sanitário e os poucos que têm estão naquelas condições de campo de concentração. Chuveiro, nem pensar, no máximo um cano de água gelada, onde a ferrugem da água já denuncia o estado de conservação da caixa.
Infelizmente os seres humanos ainda precisam executar as suas necessidades fisiológicas, alimentarem-se no mínimo duas vezes por dia e o que é mais degradante ainda é que existem pessoas que parecem desconhecer estas necessidades. Até Hitler no auge do seu extermínio nazista, de vez em quando submetia as suas vítimas a um banho e a um prato de ração. Provavelmente era parte do castigo, para morrerem com consciência, mais lhes serviam.
Eu já denunciei outros absurdos como estes em outras empresas. As grandes empresas pertencentes aos grandes grupos empresariais são as piores, são as que mais desrespeitam os direitos dos parceiros do seu crescimento, por isso Sr. João Lyra, eu já estive na sua unidade fabril de Canápolis-MG a TRIÁLCOOL e a julgar pela forma com que lá fui tratado, senti-me um judeu em Aushwitz. Isto com toda a certeza não faz desta sua empresa uma empresa com responsabilidade social adequada e junto com o Grupo Votorantin, o Grupo João Lyra está na minha galeria dos que não respeitam a frágil condição humana.
Escrito por roberto.lamparina às 17h01
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O ÚLTIMO PAU-DE-ARARA
Outro dia eu estava em Vista Alegre do Abunã-RO, um pequeno lugarejo já quase na divisa com o Acre que vive exclusivamente da extração de madeiras e, conversando com um sujeito local sobre como ficou difícil de conseguir a documentação legal para extrair, serrar e comercializar madeiras, fiquei perplexo com sua indignação com a atual ministra do meio ambiente, destinando palavrões e certamente opiniões completamente equivocadas sobre a atuação brilhante da ministra a frente do ministério. Em determinado momento da conversa ele me disse – é só este governo terminar e o próximo vai liberar tudo de novo e tudo voltará a ser como antes!
Fiquei com a estranha impressão de que aquele senhor possuía poderes de ver o futuro, pois ele afirmava com tanta certeza que no próximo governo as florestas voltariam a ser indiscriminadamente devastadas como já foram no passado e aí eu é que me indignei. Pra quem já viu todo o potencial e a riqueza da região amazônica e a devastação empreendida nos últimos vinte anos, qualquer um também se indignaria.
Eu conheci praticamente toda a região amazônica, Pará, Rondônia, Acre, o norte do MT todo em um tempo em que as florestas estavam praticamente intocadas e em regiões como Alta Floresta, Sinop, Porto dos Gaúchos, Matupá, Guarantã do Norte, Tabaporã, Juará, Peixoto de Azevedo, áreas de florestas fechadas e que hoje, estão completamente devastadas e entregues as atividades pecuárias e agrícolas. Naqueles tempos, os madeireiros colocavam uma tora no carro da serra, se ele percebesse que ela não daria o aproveitamento esperado, ele a retirava e atirava fora no pátio. Provavelmente ela se estragaria ali no sol e na chuva. Hoje, colocam-na na serra e aproveitam até as suas áreas que já se encontram parcialmente ocada. Resumindo, quando em tempos de fartura, devastavam tudo, escolhiam as mais rentáveis e desprezavam o resto, hoje, tentam aproveitar até a casca da madeira.
Tempos que indiscutivelmente não voltam mais, graças a Deus e a consciência de alguns poucos verdadeiramente interessados em se manter o nosso patrimônio ambiental.
Mas, voltando ao assunto do início, tem gente que pensa que as coisas podem voltar a ser como já foram um dia e enganam-se com isso. Existem coisas que jamais aceitaremos passivamente de novo. Aqueles projetos de manejo ambiental fantasma, a corrupção dos poucos agentes ambientais que fazem o patrulhamento das áreas de florestas, estão com os dias contados. O fim da extração indiscriminada nas áreas de florestas já é uma realidade bem próxima e precisamos criar condições de sustentabilidade para estas regiões onde a atividade madeireira é o único impulsionador do progresso.
Outro engano dos aproveitadores e críticos da atuação do atual governo federal é pensar que ao final deste governo, o próximo, novamente poderá excluir as políticas sociais e agrárias e esquece-las lá bem no fundo de uma gaveta. O brasileiro já não mais aceita ver os seus recursos financiando empreendedores de ocasião, enquanto a sua gente morre de fome por não ter sido preparada para galgar os próprios passos. Os reféns do tal assistencialismo que tanto falam hoje, nada mais são do que os herdeiros de tempos em que os governos passados constituíam capital para a Petrobras, Eletrobrás, Furnas, CSN, Companhia Vale do Rio Doce, etc..., para tanto, não investiu nos serviços públicos, principalmente na educação dos seus e, hoje depois de se desfazer de quase todo o patrimônio que causou este atraso, não estamos vendo a contento os investimentos que nos resgatariam deste retardamento.
Os dependentes dos erros governamentais do passado sabem que existem dívidas para com eles e não aceitarão mais serem postos em segundo plano, chamem do que quiserem a imprensa contrária e manipuladora de opiniões; esmola, assistencialismo, tem que ensinar a pescar e não fornecer o peixe. O fato é que a dívida existe e os credores estão cobrando a conta, ensinando a pescar ou não, querem o peixe sobre as suas mesas.
Se por acaso os contrários vencerem as próximas eleições, certamente terão que continuar com a política do assistencialismo que hoje tanto criticam. Depois se sobrar alguma coisa, podem financiar os empreendedores de mentira como sempre fizeram, fortalecendo os abastados para que possamos comer aqui em baixo das migalhas que nos deixam cair lá de cima.
Aí então, novamente destinarão a culpa pelos seus fracassos à atuação anterior do pau-de-arara que virou presidente, ele também uma vítima dos governantes passados que não se comprometeram com os seus governados.
Escrito por roberto.lamparina às 11h40
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FRANKENS DEM
Que bom seria se nós pudéssemos ter a liberdade de encerrarmos um determinado ciclo negativo em nossas vidas apenas com um trocar de nomes! Por exemplo, você sai no comércio e compra um carro novo, já tasca lá um chequinho pré-datado para uns quinze dias. Vai até uma loja dessas de acessórios e manda equipar todo o carango, põe um som dá hora, umas rodinhas dessas modernas e esportivas, MP4 e outras destas bugigangas que os carros dá hora têm, preenche logo mais um chequinho pra uns dez dias. Quando os cheques estiverem próximos de serem compensados, você vai até o cartório e entra com um pedido de mudança de nome, o tabelião vai até aqueles livrões velhos e todo empoeirados que se entulham nas prateleiras dos cartórios pega aquele em que o seu nome estará contido e apaga aquele seu velho nome que em breve estará mais sujo do que pau de galinheiro na praça e escreve o seu novo nome, limpinho e novinho, o que ainda é melhor, este foi você quem escolheu de acordo com as suas conveniências, até a sua auto-estima melhorará.
Infelizmente esta troca para nós só é possível através de um processo moroso e assumindo as responsabilidades dos atos passados, porém para os partidos políticos é coisa normal, rápida, moral e perfeitamente legal.
O que mais nos deixa indignados é que eles jogam as suas intenções ao vento, sem nenhum tipo de compromisso com nada e nem com ninguém, como se fossem ali um estreante que acabara de entrar no jogo, com uma ficha corrida impecável, limpíssima e sem nenhuma mácula, não tendo obrigação alguma de carregar as marcas do passado. Se convencer, convenceu, se não convencer, é só mudar novamente de nome daqui algum tempo e tentar novamente.
É o que tem feito o ex-PFL, atual DEM, que mudou o nome na coleira, mas os cachorros são os mesmos. Agora eles aparecem com a cara mais lavada do mundo dizendo que estão do lado do povo, que votam pelos interesses do povo, o mesmo povo que tantas vezes eles apunhalaram pelas costas, enganaram e lesaram com suas medidas interesseiras.
Esquecem eles que são os inventores da CPMF juntamente com os tucanos. Quando eles governaram PSDB/PFL, a CPMF não era um tributo tão repugnante quanto eles pregam que ela é hoje. Foram os mentores da reeleição também com a cumplicidade tucana, agora a repudiam fielmente, pois a reeleição já serviu aos seus propósitos que era o de ganhar tempo pra que eles pudessem vender o resto do Brasil e receberem a corretagem.
A CPMF é um tributo extremamente repugnante, porém não é de agora, é desde que a criaram com uma finalidade e que jamais cumpriram os compromissos desta finalidade, não porque os caciques e os aspirantes a caciques do DEM querem que ela seja o alvo de uma tocaia política tão pessimamente encenada.
O governo federal já deveria ter criado as condições para gerir a máquina sem a muleta tributária que a CPMF representa, além de não fazer o que seria o certo e o justo, ainda está gastando milhões para manter os aliados uníssonos, além do desgaste político que isto significa.
Provavelmente ainda teremos que amargar esta canalhice por mais algum tempo, o que não dá pra acreditar é que o criador adquiriu tanto asco pela sua criatura ao ponto de esquecer a sua ligação tão íntima de paternidade!
Será que eles também tomaram este nojo das privatizações que eles fizeram e agora vão tentar estatizar tudo novamente na certeza de que nas próximas eleições quem sabe, consigam novamente o poder e possam vender tudo outra vez?
Escrito por roberto.lamparina às 00h36
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É A TERRA QUE QUERIAS VER DIVIDIDA
Ainda rendendo homenagens merecidas ao guerrilheiro das Américas Che Guevara por ocasião da passagem de mais um aniversário de morte, é necessário ressaltar a sua colaboração para que o mundo em que vivemos hoje tenha um pouquinho de igualdade e os menos favorecidos tenham algum respaldo por parte daqueles que os governam, graças às lutas travadas pelo guerrilheiro que dedicou parte da sua vida a lutar pelas causas dignas da sua gente. Temos que reconhecer que está muito difícil viver neste mundo, porém poderia estar muito pior.
Argentino de nascimento, porém de todas as Pátrias, irrompeu com as fronteiras ideológicas e travou todas as batalhas em todas as frentes que lutou tendo conseguido com toda esta bravura conquistar o respeito e admiração daqueles que lutaram ao seu lado, além do pavor que causava nos inimigos, pois depois de executado covardemente, teve partes do seu corpo amputadas e exibidas como troféus para a certeza da extinção do inimigo físico que ele representava, porém a sua luta ideológica e a sua presença espiritual viverá eternamente enquanto um homem demonstrar solidariedade e respeito pelo seu semelhante, vive a memória de Ernesto Guevara.
A igualdade pregada por Guevara e contestada por aqueles que não encontram refúgio moral na sua ideologia e se amparam na premissa Liberal de que o homem não pode ser igual pela sua própria natureza completamente desigual e individualista, tenta minimizar o feito bravio do companheiro Che que provou que os homens mesmo sendo completamente diferentes uns dos outros, podem e devem basear a sua existência física dentro de um princípio de igualdade que possa suprir dignamente as suas necessidades básicas de ser humano sem perder a sua principal característica que é a individualidade.
Dentro do Capitalismo voraz instalado e perseguido hoje por todas as nações, a igualdade de Guevara tornou-se uma utopia no mundo moderno onde todos procuram extrair os benefícios do capital para si e de forma imediata, basta ver a total desigualdade vivenciada pelas nações que mesmo possuindo um vasto potencial para ser uma mãe gentil para todos os seus filhos, acalenta poucos no seu colo materno, enquanto a imensa maioria recebe o tratamento da madrasta cruel e desumana que não educa, não alimenta e não cura as dores dos seus dependentes.
Esta desigualdade capitalista ainda ultrapassa todas as barreiras ideológicas e se esmera na sua própria capacidade em esgotar os seus recursos, ou seja, esmagou o homem dentro das suas individualidades e na demonstração das suas vaidades e agora está esgotando os recursos naturais que abastecem esta indústria da desigualdade, pondo visivelmente em risco a nossa própria existência neste planeta. Ironicamente somos as vítimas igualitárias do aquecimento global, das tsunames, dos terremotos, estes desastres naturais, isso sem falar da violência urbana, miséria e da criminalidade descontrolada que assola todos os grandes centros urbanos pelo mundo e faz do homem o animal mais selvagem da natureza na caça pela sua sobrevivência.
Vocês que mataram Guevara, agora salvem-se quem puder!
Escrito por roberto.lamparina às 11h35
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EFEITO CANDIRU
Entre todos os absurdos que ocorreram nas privatizações feitas às pressas pelo primeiro governo do FHC e o segundo mandato comprado para poder complementar o processo de liquidação do suor do povo brasileiro em benefício de grandes empreiteiros e dos grandes grupos empresariais a quem vergonhosamente entregaram os destinos de milhões de nós, pobres brasileiros, agora se repete à dose na também intrépida tentativa de tirar da responsabilidade do Estado à manutenção e a conservação das rodovias federais e passar para a administração privada. Só não nos elucidaram ainda com clareza, de quanto será a redução ou até quem sabe a total erradicação do IPVA. Porque se o IPVA é o imposto que pagamos para que o governo entre outros tantos, conserve e invista na malha rodoviária e, esta malha a partir desta concessão será administrada pelo grupo que vencer pelo menor preço de tarifa de pedágio o leilão de privatização, então obrigatoriamente, para que não haja dupla tributação, o IPVA certamente terá que ser extinto..., certo? Errado, pois até o momento, ninguém do governo vermelho se manifestou, ou pelo menos tentou mesmo que demagogicamente dizer algo em sua defesa.
Bebem da mesma água da cacimba de fim de seca que já beberam os destros, não com a sede com que eles chegaram até o poço, porém da mesma forma mundana que eles fizeram.
A nós pobres brasileiros, logo será repassada novamente a conta e, fielmente como cordeiro que somos, passamos a mão na gibeira e honramos o compromisso dos desonrados.
Só nos resta um consolo, se é que ser roubado por ladrões de certa ética é consolo, as tarifas foram razoavelmente baseadas em cima de uma planilha de custos médios dentro das nossas possibilidades e da realidade em que se encontram as tais rodovias. A BR 153, por exemplo, no trecho que corta o estado de SP, ganhou o consórcio liderado pela Gol que apresentou o melhor preço inicial de R$ 2,45, muito abaixo dos atuais R$ 8,80 cobrados na praça de Catiguá, ou os R$ 9,30 cobrados na praça de Araraquara na SP 310, rodovia construída com altíssimo padrão de qualidade e que generosamente foi entregue pelo governo paulista dos tucanos para que empreiteiros amigos arrecadem dinheiro com frotas de veículos blindados que saem diariamente carregadas dos malotes do papel-moeda e que a única contrapartida imediata, foi a capinação do mato que tomava conta das redondezas e a implantação de um bom sistema de auxílio ao usuário. No mais, foi só recolher os dividendos de um promissor negócio garantido por contratos absurdos que garantem a equiparação anual das taxas de correção das tarifas fiel e rigorosamente fixadas, porém nada garantem aos usuários, somente a certeza de que a tarifa do ano que vem, será maior do que a deste ano.
Se você ainda precisar de mais consolo, a tarifa que venceu a concessão liderada pelo consórcio da Gol na BR 153, foi bem salgada, tendo as tarifas em outras rodovias surpreendido pelos preços bem inferiores entre os contratados.
Sendo assim, se você puder, imagine os astronômicos lucros que estão tendo os dignos empresários beneficiados pelo milagroso espetáculo do crescimento promovido pela tucanalhada e que estão administrando a malha paulista como um capitão soberano que dirige a sua nau a sombra de um mar calmo e sem perspectivas de reviravolta.
Só pra que tenhamos a noção do ótimo negócio que é a concessão rodoviária, é um negócio em que não existem riscos, enquanto em qualquer tipo de negócio o investidor lida com uma margem de risco, neste não existe, não vende fiado, não aceita cheque pré-datado é só dinheiro vivo ou algo que o valha.
Dentre as rodovias paulistas campeãs da imoralidade, esqueci de relatar o complexo Imigrantes/Anchieta que recebe a bagatela de R$ 15,40 por cada automóvel e para cada eixo de um veículo pesado que suavemente desliza pelos poucos kilômetros percorridos entre a grande SP e o litoral santista, onde por ironia do destino repousa colosso o maior porto da América Latina que recebe diariamente o maior fluxo de exportações e importações que abastecem o nosso PIB e alimenta a nossa frágil economia que tanto depende de competitividade externa e emperra em um dos maiores custos de transporte do mundo e numa das maiores taxas portuárias para se operar. Isso porque temos necessidades extremas de sermos competitivos, imaginem se não precisássemos desta prerrogativa.
Se os vermelhos estavam procurando a alavanca para arrancarem da sua inércia governamental, conseguiram, irão justamente compor com a tucanalhada e desfrutar nas urnas do efeito candiru, o mesmo que garantiu a vitória do Presidente Lula nas urnas por duas vezes!
Diante de tanta incompetência administrativa, os DEMO’s ressurgirão das cinzas feito uma Fênix e se auto proclamar arão os salvadores da pátria, principalmente agora que estão blindados pelo escudo da oposição e pelo sagrado manto democrático que ostentam no nome da sigla, só no nome.
Ps: Só lembrando aos faltosos das aulas de ciências, o candiru é aquele peixinho amazônico temido pelos índios que atraídos são pela urina e o sangue nas águas e se o banhista estiver nu, ele penetra na uretra pelo pênis ou no orifício anal e uma vez no interior ele abre as suas guelras e impossibilita o seu retorno, sendo somente retirado por meio cirúrgico imediato, motivo pelo qual, quase sempre leva as suas vítimas ao óbito.
Escrito por roberto.lamparina às 22h38
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